Pré-Natal e Acompanhamento Ultrassonográfico

 em Obstetrícia, Ultrassonografia

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Tipos de Ultrassonografia

Em geral, durante a gravidez, são realizados os seguintes exames ultrassonográficos:

a)     Ultrassonografia Transvaginal inicial: até 10 semanas e 6 dias. Melhor exame para datar a gestação e para definir a idade gestacional e a idade gestacional de 40 semanas (conhecida popularmente como DPP ou Data Provável do Parto). O ideal é ser realizado a partir da 6ª. Semana quando já é possível numa gestação normal identificar o saco gestacional, a vesícula vitelina e o embrião com batimentos cardíacos. A partir de 8-9 semanas, é possível a realização do exame pela via abdominal a depender do biotipo da cliente.

b)    Ultrassonografia Morfológica do Primeiro Trimestre: Realizada entre 11 e 14 semanas, tem por objetivo identificar os principais marcadores ultrassonográficos de defeitos congênitos: Translucência Nucal, Osso Nasal e Ducto Venoso. Mais recentemente, surgiram outros dois parâmetros: translucência intracraniana e regurgitação tricúspide. Pode ser medido o colo do útero para avaliação (inicial) de insuficiência istmo-cervical e também o Doppler das Artérias Uterinas para predição de pré-eclâmpsia grave e/ou crescimento intrauterino restrito (CIUR). Pode ser realizada pela via transvaginal ou abdominal, a depender do profissional executante. Muitas clientes me perguntam sobre o sexo do bebê neste período. O broto embrionário pode ser visibilizado neste exame, porém apresenta uma taxa elevada de discordância com o sexo fetal. Como o índice de falha é relativamente alto, ao meu ver considero que o melhor período para identificação do sexo fetal é com 16-17 semanas de gestação. Além disso, o foco deste exame é a morfologia fetal, a determinação de riscos de defeitos congênitos, rastreamento inicial de pré-eclâmpsia e insuficiência cervical.

c)     Ultrassonografia Obstétrica Habitual: Para avaliar o crescimento e desenvolvimento do feto. Com 16/17 semanas consegue-se em geral (a depender do biotipo da cliente, da posição do feto, do equipamento utilizado e do profissional executante) identificar o sexo fetal. Não existe um período específico para realização deste exame, pode ser solicitado a qualquer momento. Conhecida como ultrassonografia obstétrica simples ou de rotina.

d)    Ultrassonografia Morfológica do Segundo Trimestre com Doppler das Artérias Uterinas e transvaginal para avaliação do colo uterino (2 exames): Deve ser realizada entre 20 e 24 semanas, trata-se do exame ultrassonográfico mais importante do pré-natal, pois representa o melhor período para avaliação da morfologia do feto, com o objetivo de identificar ou afastar algum defeito congênito. Existe uma sequência neste exame que deve ser realizado preferencialmente por profissional especializado em Medicina Fetal ou outro profissional na área de Radiologia ou Ultrassonografia que seja devidamente preparado. Alguns defeitos congênitos podem não ser identificados neste período, principalmente defeitos congênitos menores (sem repercussão para a vida do bebê) ou os que aparecem mais tardiamente. Além disso, o Doppler das artérias uterinas é importante para predição de pré-eclâmpsia grave e/ou crescimento intrauterino restrito. A ultrassonografia transvaginal para avaliação do colo uterino compreende um segundo exame realizado no período da ultrassonografia morfológica para rastreamento de risco de parto prematuro.

e)     Ultrassonografia Morfológica do Terceiro Trimestre: Deve ser realizada entre 28 e 32 semanas (26 e 28 semanas o melhor período), representa o melhor período para confirmação da morfologia do feto realizada nas ultrassonografias morfológicas anteriores, na avaliação da anatomia do coração e da face fetal. Como o nosso aparelho possui a ferramenta 3D/4D/5D, utilizamos tal recurso, o que torna um dos exames mais agradáveis, a depender também da posição fetal e do biótipo materno. Deve ser realizado preferencialmente por profissional especializado em Medicina Fetal ou outro profissional na área de Radiologia ou Ultrassonografia que seja devidamente preparado. Não é um exame obrigatório, não é coberto pelo plano de saúde (até onde eu saiba) mas considero muito importante.

f)     Ecocardiografia Fetal com Doppler colorido: Realizado em geral a partir de 22 semanas, após realizar a ultrassonografia morfológica do segundo trimestre, não é considerado um exame obrigatório, mas é um recurso propedêutico adicional no diagnóstico ou exclusão de defeitos congênitos cardíacos. Deve ser realizado preferencialmente por um cardiologista / pediatra especializado em cardiologia fetal.

g)     Ultrassonografia Obstétrica com Doppler colorido: Avalia além da ultrassonografia habitual, o fluxo sanguíneo em algumas artérias relacionadas à mãe (Artérias uterinas), à placenta (Artéria Umbilical) e ao feto (Artéria Cerebral Média). É fundamental nas gravidezes de alto risco como as síndromes hipertensivas na gravidez, diabetes com vasculopatia (alteração nos vasos sanguíneos), trombofilias, crescimento intrauterino restrito (CIUR), dentre outras. Em geral é realizada após a ultrassonografia morfológica do terceiro trimestre ou a partir de 28 semanas.

h) Ultrassonografia Intraparto: Aquela realizada durante o trabalho que apresenta diversos recursos (para informações mais detalhadas clique em http://drglaucius.com.br/usgintraparto/ ) para melhor vigilância fetal e segurança no acompanhamento do trabalho de parto. Infelizmente, apesar do respaldo na literatura científica, poucos profissionais utilizam esta ferramenta nas salas de Parto. Pode ser realizada pela via transvaginal, translabial ou abdominal. O Doppler colorido é utilizado para avaliação do bem-estar fetal. Todos os parâmetros avaliados na ultrassonografia intraparto devem ser registrados no sonopartograma que corresponde ao clássico partograma com os detalhes da avaliação ultrassonográfica


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Doutor, mas qual a diferença entre Ultrassonografia 2D, 3D, 4D e 5D?

A Ultrassonografia 2D é aquela que utiliza apenas duas dimensões, em geral são aquelas imagens em preto e branco.

A Ultrassonografia 3D é aquela que utiliza 3 dimensões espaciais, correspondendo àquelas imagens de coloração amarelada em que se visualiza de maneira mais nítida o rostinho do bebê.

A Ultrassonografia 4D é a ultrassonografia 3D em tempo real, permitindo a visualização da imagem 3D em movimento.

A Ultrassonografia 5D é a ultrassonografia 3D ou 4D utilizando um software de processamento de imagens (no aparelho que utilizo esta ferramenta denomina-se HDLive) permitindo a visão de forma mais realística do rostinho do bebê com efeitos de sombra e profundidade, com um tom de pele mais próximo da realidade.

Mas nem sempre se consegue obter aquelas imagens tão bonitas que são divulgadas na internet, pois a ultrassonografia vai depender além de um bom equipamento e um excelente profissional, da posição do bebê, localização da placenta, movimentação do bebê, quantidade de líquido amniótico e gordura abdominal materna.


 

 


 

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A medicina fetal é uma área de atuação da Obstetrícia, inclusive com certificado de atuação obtido através de concurso pela Associação Médica Brasileira (AMB). Desde 2005 possuo o título de especialista em ginecologia e obstetrícia e o certificado de atuação em medicina fetal . ➡Fui da primeira turma de Medicina Fetal do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) aqui em Pernambuco, além de ter realizado diversos outros cursos de ultrassonografia e medicina fetal. Orgulhosamente, fui também preceptor dos Serviços de ultrassonografia em Obstetrícia do IMIP, do Hospital das Clínicas e do Hospital Barão de Lucena. Tudo isso não é pra me vangloriar, apenas pra dizer que tenho formação na especialidade .

Quando resolvi montar o meu consultório, não poderia jamais deixar de oferecer a ultrassonografia nas consultas de pré-natal, afinal se eu avalio a saúde materna, preciso também avaliar a saúde do bebê (embrião / feto) e sou capacitado e certificado para isso.

A ultrassonografia no consultório de pré-natal já me ajudou muito, quer seja pelo diagnóstico de defeitos congênitos, na tomada decisões sobre parâmetros importantes como curva de crescimento fetal, quantidade de líquido, grau placentário, Dopplerfluxoemetria e vitalidade fetal.

Eu já cansei de ouvir e amigos: “Glaucius, não faz sentido você realizar medicina fetal e obstetrícia, Recife não comporta, ou faz uma coisa ou faz outra”. E eu fico todos os dias me perguntando qual o pecado que cometi em me especializar em medicina fetal e atuar em obstetrícia? Eu só obrigado a ter que escolher isoladamente uma especialidade ou uma subespecilidade? Logo eu que percebo claramente o quanto que a correlação da clínica ginecológica e obstétrica com a ultrassonografia da mesma especialidade foi importante para a tomada de decisões em diversos casos que acompanhei. E por conta de “estratégia de mercado” eu não vou avaliar minha cliente e seu bebê de forma integral?

✔Não, vou continuar insistindo no que é o certo, apesar das inúmeras dificuldades impostas pelos sistemas de saúde. Principalmente porque eu acompanho inúmeras gestações de alto risco, esta correlação entre medicina fetal e obstetrícia clássica é extremamente importante. Quando por acaso eu tiver alguma dúvida num caso mais complicado em que seja interessante uma segunda opinião ou em alguns casos em que meu acompanhamento pode se beneficiar com a ultrassonografia realizada por outro colega ou principalmente quando a cliente prefira realizar com outro colega, sem problemas, ela realizará o acompanhamento com outro colega.

Sonho em um dia que o acompanhamento ultrassonográfico seja rotina nos consultórios de pré-natal. Ultrassonografia pra mim é complementação do exame físico, deveria estar presente em toda sala de parto e em todo consultório ginecológico e obstétrico. Pra mim nada mais natural de que o mastologista realizar ultrassonografia mamária, o cirurgião vascular realizar Doppler arterial e venoso de membros inferiores, cardiologista realizar ecocardiografia e o obstetra e ginecologista realizar os exames de suas especialidades. É simples e lógico!!!

➡Não faz sentido pra mim ser especializado em ginecologia, obstetrícia e medicina fetal e deixar de prestar esta assistência #integral. Os casos mais marcantes de minha carreira de consultório foram aqueles em que as pacientes cofiaram no meu trabalho, seguiram as orientações e muitas delas realizaram ultrassonografias comigo.

➡E apesar da alta responsabilidade do trabalho, o prazer deste acompanhamento é indiscritível. Vou continuar insistindo no que é o certo, mesmo que tenha um sistema de saúde contra, até mesmo profissionais contra.

Deixo claro que respeito a opção dos colegas que se especializaram em medicina fetal e só atuam em ultrassonografia, apenas nesta subespecialidade da obstetrícia, bem como a imensa maioria dos obstetras que não realizam ultrassonografia nos seus consultórios. É apenas uma particularidade minha pessoal como vários colegas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e outros estados que há muito tempo realizam o acompanhamento pré-natal e as ultrassonografias de suas clientes.

#obstetríciaintegrativaefuncional #obstetríciaintegral #medicinafetal #obstetríciaemedicinafetal


 

Orientações sobre as Ultrassonografias no acompanhamento pré-natal do Dr. Glaucius Nascimento:

O consultório conta com equipamento de ultrassonografia com Doppler colorido e balança de bioimpedância tetrapolar. Não sou conveniado com nenhum plano de saúde para realização de ultrassonografias, mas por ser especialista em medicina fetal, é interessante para todos que as ultrassonografias ou pelo menos a avaliação ultrassonográfica do crescimento e desenvolvimento fetal, da idade gestacional, da Dopplerfluxometria no momento oportuno, da posição fetal e localização placentária, da vitalidade fetal e do volume do líquido amniótico. A avaliação ultrassonográfica ou mesmo a ultrassonografia convencional não faz parte da consulta pré-natal dos planos de saúde. Por isso, a grande totalidade dos consultórios de pré-natal não dispõe de equipamento de ultrassonografia. Consulte com nossa coloboradora a partir da segunda consulta de pré-natal qual o tipo de acompanhamento que deseja: com a realização de ultrassonografia ou pela realização de avaliação ultrassonográfica por especialista em medicina fetal.

Marcar com antecedência, resgatar todos os exames e guardá-los com cuidado numa pasta. Agendar no próprio consultório (particular) ou na sua clínica de preferência. Disponho de equipamento de ultrassonografia com Doppler colorido e Ferramenta 3D/4D. A realização do acompanhamento obstétrico ou ultrassonográfico torna o pré-natal mais seguro.

Os exames realizados no consultório permanecem no equipamento do consultório podendo ser consultados a qualquer momento, bem como avaliar o percentual de crescimento geral e por cada parâmetro isolado, por exemplo circunferência cefálica, comprimento do fêmur, peso e circunferência abdominal. Além disso, quaisquer dúvidas sobre o exame são esclarecidas no momento do exame, pois é o seu obstetra que está realizando o exame. Desde a residência médica realizo os exames ultrassonográficos em obstetrícia (há mais de 15 anos). Tenho certificado de atuação em medicina fetal pela FEBRASGO / AMB, diversos cursos de ultrassonografia em São Paulo e Recife (EURP, CPU, CETRUS). Fui da primeira turma de residência em medicina fetal do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) e preceptor das residências médicas em medicina fetal no Hospital das Clínicas UFPE e no próprio IMIP.

Existem diversos profissionais que trabalham com excelência tanto em medicina fetal como em ultrassonografia geral e em ginecologia e obstetrícia. Se você deseja a realização de um exame ultrassonográfico com qualidade, escolha um bom profissional.

Em geral, durante a gravidez, são realizados os seguintes exames ultrassonográficos:

a)     Ultrassonografia Transvaginal inicial: até 10 semanas e 6 dias. Melhor exame para datar a gestação e para definir a idade gestacional e a idade gestacional de 40 semanas (conhecida popularmente como DPP ou Data Provável do Parto). O ideal é ser realizado a partir da 6ª. Semana quando já é possível numa gestação normal identificar o saco gestacional, a vesícula vitelina e o embrião com batimentos cardíacos. A partir de 8-9 semanas, é possível a realização do exame pela via abdominal a depender do biotipo da cliente.

b)    Ultrassonografia Morfológica do Primeiro Trimestre: Realizada entre 11 e 14 semanas, tem por objetivo identificar os principais marcadores ultrassonográficos de defeitos congênitos: Translucência Nucal, Osso Nasal e Ducto Venoso. Mais recentemente, surgiram outros dois parâmetros: translucência intracraniana e regurgitação tricúspide. Pode ser medido o colo do útero para avaliação (inicial) de insuficiência istmo-cervical e também o Doppler das Artérias Uterinas para predição de pré-eclâmpsia grave e/ou crescimento intrauterino restrito (CIUR). Pode ser realizada pela via transvaginal ou abdominal, a depender do profissional executante. Muitas clientes me perguntam sobre o sexo do bebê neste período. O broto embrionário pode ser visibilizado neste exame, porém apresenta uma taxa elevada de discordância com o sexo fetal. Como o índice de falha é relativamente alto, ao meu ver considero que o melhor período para identificação do sexo fetal é com 16-17 semanas de gestação. Além disso, o foco deste exame é a morfologia fetal, a determinação de riscos de defeitos congênitos, rastreamento inicial de pré-eclâmpsia e insuficiência cervical.

c)     Ultrassonografia Obstétrica Habitual: Para avaliar o crescimento e desenvolvimento do feto. Com 16/17 semanas consegue-se em geral (a depender do biotipo da cliente, da posição do feto, do equipamento utilizado e do profissional executante) identificar o sexo fetal. Não existe um período específico para realização deste exame, pode ser solicitado a qualquer momento. Conhecida como ultrassonografia obstétrica simples ou de rotina.

d)    Ultrassonografia Morfológica do Segundo Trimestre com Doppler das Artérias Uterinas: Deve ser realizada entre 20 e 24 semanas, trata-se do exame ultrassonográfico mais importante do pré-natal, pois representa o melhor período para avaliação da morfologia do feto, com o objetivo de identificar ou afastar algum defeito congênito. Existe uma sequência neste exame que deve ser realizado preferencialmente por profissional especializado em Medicina Fetal ou outro profissional na área de Radiologia ou Ultrassonografia que seja devidamente preparado. Alguns defeitos congênitos podem não ser identificados neste período, principalmente defeitos congênitos menores (sem repercussão para a vida do bebê) ou os que aparecem mais tardiamente. Além disso, o Doppler das artérias uterinas é importante para predição de pré-eclâmpsia grave e/ou crescimento intrauterino restrito.

e)     Ultrassonografia Morfológica do Terceiro Trimestre: Deve ser realizada entre 28 e 32 semanas, representa o melhor período para confirmação da morfologia do feto realizada nas ultrassonografias morfológicas anteriores, na avaliação da anatomia do coração e da face fetal. Como o nosso aparelho possui a ferramenta 3D/4D, utilizamos tal recurso, o que torna um dos exames mais agradáveis, a depender também da posição fetal e do biótipo materno. Deve ser realizado preferencialmente por profissional especializado em Medicina Fetal ou outro profissional na área de Radiologia ou Ultrassonografia que seja devidamente preparado. Não é um exame obrigatório, mas considero muito importante.

f)     Ecocardiografia Fetal com Doppler colorido: Realizado em geral a partir de 22 semanas, após realizar a ultrassonografia morfológica do segundo trimestre, não é considerado um exame obrigatório, mas é um recurso propedêutico adicional no diagnóstico ou exclusão de defeitos congênitos cardíacos.Deve ser realizado preferencialmente por um cardiologista / pediatra especializado em cardiologia fetal. No Recife, recomendo a realização deste exame com a Dra. Karina Lopes (Consultório Cardiológico no Empresarial Albert Einstein / Biofeto / Unifetus / Cuidar) ou com a equipe da Dra. Sandra Mattos (na Unidade de Cardiologia e Medicina Fetal / Círculo do Coração do Real Hospital Português).

g)     Ultrassonografia Obstétrica com Doppler colorido: Avalia além da ultrassonografia habitual, o fluxo sanguíneo em algumas artérias relacionadas à mãe (Artérias uterinas), à placenta (Artéria Umbilical) e ao feto (Artéria Cerebral Média). É fundamental nas gravidezes de alto risco como as síndromes hipertensivas na gravidez, diabetes com vasculopatia (alteração nos vasos sanguíneos), trombofilias, crescimento intrauterino restrito (CIUR), dentre outras. Em geral é realizada após a ultrassonografia morfológica do terceiro trimestre ou a partir de 28 semanas.

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