Perda Gestacional

Em primeiro lugar, meus sentimentos, sei que o momento é de dor, tristeza, mas acredito na sua recuperação e que vai dar certo. E que toda gestação traz um aprendizado. Em segundo lugar quero que tenha a certeza do diagnóstico da perda gestacioanal e em seguida com calma, quando achar que está preparada para o próximo passo, decida o que você prefere fazer. Em geral são três escolhas

  1. Esperar  expulsão do saco gestacional / embrião / feto e principalmente antes de 12 semanas em boa parte não necessitar da realização de curetagem uterina ou Aspiração Manual Intrauterina (AMIU) – A sugestão é esperar em torno de 15 dias, mas não existe um número exato de dias a esperar
  2. Resolver através de AMIU guiada por ultrassonografia programada comigo – entre em contato comigo caso seja minha paciente que explicarei a logística do procedimento, o que precisamos fazer.
  3. Resolver através de AMIU ou curetagem uterina pelo plantão ou com outro profissional – procure hospitais e profissionais de referência.

Vou colocar 3 vídeos (60, 61 e 62) que considero importantes nesta tomada de decisão. Por favor curta, comente se achar que ajudou e se inscreva no nosso canal.

 

Desejo-lhe muita força, luz e fé. E já estou torcendo pra que tudo dê certo hoje e sempre!!!

Gestantes do Primeiro Trimestre

Fotos grátis de Filho

Olá Gestantes tops das galáxias!!!

Passando por aqui neste feriado apenas pra dizer que atualizei as orientações do meu pré-natal, são pequenas modificações apenas que substituem a terceira página do cartão de pré-natal (Versão de Julho de 2022).

Você pode encontrar estas orientações no site https://drglaucius.com.br/orient/

  •  Objetivos do Primeiro Trimestre
    1. Saber a idade gestacional correta em semanas e dias e a idade gestacional de 40 semanas (conhecida como data provável do parto)
    2. Realizar a translucência Nucal.(USG morfológica do primeiro trimestre)
    3. Ler o site drglaucius.com.br/prenatal
    4. Vacinar-se contra H1N1 (prefiro a partir do segundo trimestre);
    5. Entender a diferença entre pré-natal comum, com avaliação ultrassonográfica e com exame de ultrassonografia e decidir qual tipo de acompanhamento e o profissional que você deseja;
    6. Preparar-se para a amamentação, parto que deseja e para a maternidade
    7. Realizar os exames laboratoriais do primeiro trimestre e enviar para o meu whatsapp pessoal como arquivo em pdf único e para o do consultório pedindo para Elisângela anexar ao seu prontuário eletrônico
    8. Após a 14a. semana de gestação analisar o que foi positivo e o que foi negativo que você pode melhorar ainda mais no próximo trimestre.


 

Seguem dois vídeos de para vocês explicando sobre as princiais medicações utilizadas na gravidez!!!

https://youtu.be/LH9h2m49gxM

Nestes vídeos, exclusivos e direcionados APENAS para pacientes que estão realizando acompanhamento pré-natal comigo, listo as principais medicações, vitaminas e suplementos utilizados nas mais diversas intercorrências clínicas.

Inicie apenas o primeiro vídeo e se necessário, se apresentar algo que não esteja no vídeo 1, passe para o vídeo 2. O primeiro vídeo é mais geral e fisiológico, o segundo tem mais patologias. E eu desejo que você realmente não tenha nenhuma intercorrência ou patologia.

Se sua intercorrência clínica não estiver aqui, por favor, na consulta de pré-natal me avise.

Lembrando e enfatizando que estas orientações subsituem a consulta de urgência, se for urgência, vá para o atendimento de urgência. Se está em dúvida se deve ir pra urgência, vá pra urgência.

Por favor, não divulgue este vídeo para nenhuma paciente que não é acompanhada no pré-natal por mim; a metodologia de outro colega pode ser completamente diferente da minha trazendo prejuízo para a relação médico-cliente de outro profissional.

Espero que seja útil, pode comentar abaixo se quiser.

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28 de abril de 2020

Veja que interessante:

Revisando minhas redes sociais e site encontrei este vídeo (uma live no instagram) que gravei em 01/01/2018, mas ele ainda é muito atual. Descreve um pouco sobre um dos grandes diferenciais do nosso atendimento: a ultrassonografia na consulta de pré-natal.

Se quiser saber mais informações sobre o assunto acesse drglaucius.com.br/usgeprenatal

 


Ontem esqueci de enviar um vídeo sobre algumas orientações sobre o uso racional do whatsapp. Confiram!!!


26 de abril de 2020

 

 


 

 


Orientações sobre Ultrassonografia – Ultrassonografia Inicial

Ultrassonografia Morfológica do Primeiro Trimestre

Gravidez Semana a Semana – 5a. semana

Gravidez Semana a Semana – 6a. semana

Gravidez Semana a Semana – 7a. semana

Sexo Fetal – quando determinar?

Focus Assissment with Sonography for Obstetric (FASO)

Hoje trago algumas anotações do Congresso Mundial de Ultrassonografia em Emergências e Cuidados Intensivos (WINFOCUS) e três trabalhos voltados para Ultrassonografia de emergência em obstetrícia:
.
??Considero que Ultrassonografia é extensão do exame físico, quem valoriza os dados clínicos, o exame físico, deve valorizar o exame ultrassonográfico
.
??Já existe o FAST ultrasound, uma modalidade de Ultrassonografia de Emergência realizada principalmente em situações de traumas (acidentes / violência) mas também voltado para situações de emergências clínicas
.
??Em obstetrícia dispomos do FASO: Focus Assissment with Sonography for Obstetrics, (avaliação ultrassonográfica focada para obstetrícia). Acredito na utilização da ultrassonografia em situações de emergências obstétricas pré-parto, intraparto e até após o parto. No pós-parto é interessante a utilização no diagnóstico diferencial de complicações puerperais, principalmente para o diagnóstico de hemoperitônio (sangue na cavidade abdominal) cujo diagnóstico precoce pode permitir um tratamento adequado e oportuno
.
??EM UM MINUTO DEVE-SE OBSERVAR (FASO – Ultrassonografia pós-parto):
??Útero / Cavidade Uterina (Diâmetro da cavidade uterina de 9,8 +/- 7,3mm)
??Espaço de Morison (Presença de líquido)
??Espaço Esplenorrenal (Presença de líquido)
??Fundo de saco de Douglas (Presença de líquido)
??Diâmetro da Veia Cava Inferior (11,4 +/- 4,1mm na inspiração e 13,1 +/- 4,2 na expiração)
.
??Os abstracts e o ebook do congresso estão disponíveis em http://www.winfocus2016.org/abstract_e-book_v3.pdf e https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5014769/pdf/13089_2016_Article_46.pdf

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Índice de Massa Corporal (IMC) na Gravidez – Novos parâmetros brasileiros

Um novo intervalo de referência do índice de massa corporal – um estudo observacional.

Abstrato

OBJETIVO:

Gerar uma nova curva de índice de massa corporal de valores de referência e intervalos para o índice de massa corporal e ganho de peso durante a gestação e comparar as novas curvas e ganhos de peso com as referências usadas atualmente.

MÉTODOS:

Um estudo observacional prospectivo foi realizado com um total de 5.656 medidas de peso e índice de massa corporal em 641 mulheres com gravidez únicaque participaram da primeira consulta pré-natal antes de 12 semanas. Todas as mulheres tinham mais de 18 anos e não apresentavam condições médicas que influenciassem o índice de massa corporal. Os dados foram coletados por meio de prontuários pré-natais e prontuários médicos durante a internação para o parto. Um método de regressão linear foi utilizado para a suavização da curva padrão na população geral e para curvas específicas de acordo com a classificação do índice de massa corporal basal. As curvas foram obtidas para os percentis 5, 10, 50, 85, 90 e 95. A concordância entre a classificação das mulheres utilizando as curvas recém-geradas e as utilizadas atualmente foi avaliada por porcentagens e coeficientes kappa. O ganho de peso foi comparado com os valores de referênciado Instituto de Medicina usando o teste T de Student. Os dados foram analisados ??no software SAS versão 9.2, e o nível de significância foi estabelecido em 5%.

RESULTADOS:

Foi estabelecida uma curva de referência geral dos percentis do índice de massa corporal por idade gestacional. Além disso, quatro curvas específicas foram geradas de acordo com as quatro categorias de índice de massa corporal da linha de base. A nova curva geral ofereceu limites percentuais para as mulheres de acordo com seu índice de massa corporal inicial e de acordo com os limites dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, mostrando baixa concordância com a curva atualmente utilizada (48,3%). As mulheres que estavam com sobrepeso ou obesas quando iniciaram o pré-natal tiveram maior ganho de peso do que a recomendação do Institute of Medicine.

CONCLUSÕES:

A nova curva proposta para o índice de massa corporal durante a gestação mostrou fraca concordância com a curva atualmente utilizada. A nova curva forneceu mais informações sobre o aumento do índice de massa corporal usando percentis para grupos gerais e específicos do índice de massa corporal. Mulheres grávidas com excesso de peso apresentaram uma tendência ascendente do índice de massa corporal ao longo da gravidez que aumentou mais dramaticamente do que as de outros grupos de mulheres grávidas, e também apresentaram uma diferença média significativa entre o ganho de peso e a recomendação do Institute of Medicine.


Dezembro de 1997; 125 (12): 1429-36.

Proposta de um novo padrão para avaliação nutricional de gestantes.

[Artigo em espanhol]

Informação sobre o autor

1
Departamento de Nutrição, Faculdade de Medicina, Universidade do Chile, Santiago, Chile.

Resumo

Introdução:

Há evidências que sugerem que os critérios para avaliação nutricional de gestantes, utilizados pelo Ministério da Saúde do Chile, superestimam os distúrbios nutricionais.

Objetivo:

Propor uma nova tabela de referência para avaliar o estado nutricional de gestantes, com base no índice de massa corporal.

MATERIAL E MÉTODOS:

A tabela foi teoricamente definida usando os critérios de normalidade propostos pela FAO* e o aumento de peso durante a gestação, associado a uma menor morbidade e mortalidade materna e fetal. Em 665 mulheres grávidas, o peso, a altura, a circunferência do braço e as pregas cutâneas foram medidos usando técnicas padrão. O índice de massa corporal, gordura do braço e área muscular e porcentagem de gordura corporal foram calculados. Avaliou-se a composição corporal de cada categoria nutricional, derivada do índice de massa corporal ou “classificação de Rosso-Mardones”.

RESULTADOS:

De acordo com a nova tabela, as mulheres com baixo peso apresentaram menor percentual de gordura corporal e circunferência do braço e as mulheres com sobrepeso apresentaram maior peso, espessura das pregas cutâneas e percentual de gordura corporal do que os grupos homólogos definidos segundo as tabelas de Rosso-Mardones.

CONCLUSÕES:

A tabela de referência proposta pode ser útil para corrigir distorções geradas pelas normas atuais de avaliação nutricional de gestantes, propostas pelo Ministério da Saúde do Chile. Tem que ser validado, analisando sua sensibilidade, especificidade e valor preditivo para prever variáveis ??fetais e maternas.

 *FAO é a agência das Nações Unidas que lidera o esforço internacional para acabar com a fome. Mais informações em

Drenagem Linfática na Gravidez

 . 2013; 2013: 364582.
Publicado online em 22 de outubro de 2013. doi:  [ 10.1155 / 2013/364582 ]
PMCID: PMC3819918
PMID: 24251034

Drenagem Linfática em Mulheres Grávidas

Resumo

O Objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da drenagem linfática para reduzir o edema de mulheres grávidas.

Método:Gestantes (30 membros) do Ambulatório de Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, no período de dezembro de 2009 a maio de 2010, foram incluídas neste estudo quantitativo, prospectivo. As pacientes, no 5º ao 8º mês de gestação, foram submetidas a uma hora de drenagem linfática manual das pernas. O volume das pernas foi medido por volumetria de deslocamento de água antes e depois de uma hora de drenagem usando a técnica de drenagem linfática manual Godoy & Godoy. O teste t pareado foi utilizado para análise estatística com erro alfa de 5% sendo considerado significativo. 

Resultados: Drenagem linfática manual reduziu significativamente o inchaço das pernas das mulheres grávidas durante o dia ( P = 0,04).

Conclusão: A drenagem linfática manual ajuda a reduzir o tamanho do membro durante o dia das mulheres grávidas.

1. Introdução

Durante a gravidez, muitas mudanças ocorrem no organismo feminino com a adaptação para o feto causando queixas numeráveis, por exemplo, edema dos membros inferiores. O edema periférico é a manifestação mais comum e resiliente em mulheres grávidas. Sua etiologia inclui a retenção de sódio e água e mudanças na circulação relacionadas ao efeito do útero gravídico na veia cava inferior [  ].

Além disso, durante a gravidez, muitas mudanças hormonais ocorrem, incluindo o aumento dos níveis de progesterona, estrogênio, HCG e prolactina [  ]. Esses níveis mais elevados de hormônios induzem mudanças na permeabilidade vascular, promovendo o extravasamento de plasma com consequente edema. Outras transformações que podem ocorrer devido a essas mudanças hormonais são a formação de veias varicosas, sensação de peso, parestesia e cãibras. A prevalência na população geral de varizes é de 56% para homens e 60% para mulheres com fatores de risco incluindo idade e número de gestações [ ]. O tratamento de varizes é geralmente dividido em três tipos: cirurgia para remover as veias, medicamentos e terapia não medicamentosa, como meias de compressão. Medicamentos ou meias são usados ??para reduzir os sintomas de inchaço. Um estudo randomizado comparou os tipos de intervenção utilizados para aliviar os sintomas ou tratar o edema de membros inferiores e varizes de 159 mulheres grávidas. Sessenta e nove mulheres usaram hidroxietilrutoside, 35 usaram meias elásticas e 55 foram submetidas à reflexologia. Hydroxyethylrutoside parece melhorar os sintomas das varizes, mas não é recomendado, pois há poucos estudos avaliando seu uso durante a gravidez. A reflexologia proporcionou melhora significativa nos sintomas do edema; no entanto, o número de pacientes relatados em publicações é muito pequeno. ].

Terapias não farmacológicas, como a drenagem linfática, podem ser usadas e parecem melhorar o inchaço durante a gravidez, mas são necessários mais estudos que avaliem a eficácia. Uma investigação preliminar utilizou a drenagem linfática no tratamento do edema em mulheres grávidas [  ]. O que vem é reforçar a necessidade de estudos nessa área. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da drenagem linfática para reduzir o edema de mulheres no quinto ao oitavo mês de gestação.

2. Método

Quinze gestantes (30 membros) do Ambulatório de Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo foram incluídas neste estudo quantitativo, prospectivo, no período de dezembro de 2009 a maio de 2010. Os pacientes, com idades variando de 23 a 38 anos. anos (média de 30,5 anos), estavam no 5º ao 8º mês de gestação. Os participantes foram submetidos a uma hora de drenagem linfática manual das pernas. A redução no tamanho foi calculada medindo o volume pela volumetria do deslocamento da água antes e depois da drenagem.

Os critérios de inclusão foram mulheres no 5º ao 8º mês de gestação que sofriam de edema devido à gravidez e concordaram em participar do estudo. Mulheres em gestações de alto risco foram excluídas.

A randomização foi por ordem de chegada à clínica neste estudo quantitativo transversal prospectivo. A ordem dos dias de tratamento e controle foi por randomização simples.

Os pacientes foram avaliados quanto a variações no edema e os efeitos da drenagem linfática durante o dia.

Os pacientes foram avaliados em dois dias, um quando a drenagem linfática foi realizada e o outro sem drenagem linfática. A volumetria do deslocamento de água foi realizada entre 7 e 8 horas da manhã e uma segunda vez entre 2 e 3 horas da tarde, assim, cerca de 7 horas entre as medições. A técnica de drenagem linfática manual Godoy & Godoy foi utilizada durante uma hora [  –  ].

O teste t pareado foi usado para análise estatística com um erro alfa de 5% sendo considerado aceitável. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Santa Casa de São Paulo (número 324-09).

3. Resultados

Dos 15 participantes, 51% estavam grávidas pela primeira vez e 49% pela segunda.

O volume médio da perna na avaliação do controle foi de 2849,1 gramas no período da manhã e 2889,1 gramas no período da tarde, ou seja, uma diferença de +40,0 gramas. Nos dias em que a drenagem linfática foi realizada, o volume inicial médio foi de 2856,4 e no período da tarde foi de 2812,0 gramas, dando uma diferença de -44,4 gramas. A diferença foi estatisticamente significativa ( P = 0,04, teste t pareado ) quando comparada aos dias sem drenagem linfática.

4. Discussão

Este estudo demonstrou que a drenagem linfática manual reduz o volume do membro em mulheres grávidas. Apenas um estudo publicado foi encontrado nos bancos de dados eletrônicos PubMed, ISI Web of Knowledge e Scopus, avaliando a drenagem linfática como um meio de reduzir o volume de pernas em gestantes [  ].

Edema na gestação é comum com a principal opção terapêutica sendo o uso de meias elásticas; mas isso nem sempre é tolerado por mulheres grávidas. Medicamentos nem sempre são indicados com uma das poucas alternativas testadas sendo a diosmina micronizada. Outra alternativa que foi avaliada na gravidez é a reflexologia, embora sejam necessários mais estudos para testar isso como uma opção terapêutica [  ].

A decisão de avaliar a drenagem linfática ao longo do dia foi tomada por causa de sua indicação no tratamento do edema. Estimula os mecanismos fisiológicos do sistema de drenagem linfovenosa, favorecendo a redução do edema. Neste estudo, a ênfase foi avaliar o padrão de inchaço durante o dia. Ao comparar o volume médio nos dias de controle (sem drenagem linfática) com o da drenagem, houve uma diferença de cerca de 80 gramas. Assim, a drenagem linfática ajuda a manter o tamanho do membro.

Um estudo que avaliou a alteração no volume de membros inferiores de pacientes sem evidência clínica de varizes (Clinico-Etiologia-Anatomia-Fisiopatologia-CEAP: C0 e C1) demonstrou que indivíduos normais apresentam aumentos no tamanho do membro durante o dia em condições normais, e uma meia de compressão pode evitar que o membro inche [  ].

O uso de meias associadas à drenagem linfática manual pode ter um efeito sinérgico na redução do inchaço, mas é necessário avaliar essa possibilidade.

O sistema linfático, funciona como um reservatório funcional para o sistema venoso, e o edema ocorre quando a capacidade de reserva é excedida. Durante a gravidez, as mudanças vivenciadas pelas gestantes favorecem a formação de edema. Portanto, o inchaço não é devido ao linfedema, mas devido à sobrecarga do sistema. Assim, o uso de mecanismos de proteção é importante durante a gravidez.

5. Conclusão

A drenagem linfática manual ajuda a reduzir o tamanho do membro durante o dia das mulheres grávidas. Implicações para o manejo de enfermagem: o edema é a manifestação mais comum e resiliente em gestantes, onde há uma necessidade percebida de tratar ou melhorar esses sintomas em uma clínica durante esse período; Portanto, a intervenção ambulatorial de enfermagem com drenagem linfática pode efetivamente aliviar esse sintoma que aflige essas mulheres.

Agradecimentos

A autora agradece a Maria do Carmo F. ??de Souza, Lídia Maria Ribeiro (enfermeiras do Ambulatório de Ginecologia e Obstetrícia, Santa Casa, São Paulo-Brasil).

Referências

1. Muzaffar F, Hussain I, Haroon TS. Alterações fisiológicas da pele durante a gravidez: um estudo de 140 casos. Revista Internacional de Dermatologia . 1998; 37 (6): 429-431. PubMed ]
2. Alves GF, Nogueira LSC, Varella TCN. Dermatologia e Gestação. Anais Brasileiros de Dermatologia . 2005; 80 (2): 179-186.
3. Robertson L, Evans C, Fowkes FGR. Epidemiologia da doença venosa crônica. Flebologia . 2008; 23(3): 103-111. PubMed ]
4. Bamigboye AA, Smyth R. Intervenções para veias varicosas e edema nas pernas durante a gravidez. Base de Dados Cochrane de Revisões Sistemáticas . 2007; (1) CD001066 PubMed ]
5. Gondro A. Tratamento do edema da gravidez com drenagem linfática terapêutica; um relatório preliminar. Lymphologie da pele de Zeitschrift . 1979; 3 (1): 14-15. PubMed ]
6. de Godoy JMP, Godoy MDFG, Meza MC. Godoy & Godoy técnica de estimulação cervical na redução do edema da face após o tratamento do câncer. QJM . 2008; 101 (4): 325-326. PubMed ]
7. Godoy JMP, Godoy MFG. Drenagem linfática manual: um novo conceito. Vascular Brasileiro . 2004; 3(1): 77-80.
8. de Godoy JMP, Torres CAA, Godoy MDFG. Técnica linfática de auto-drenagem. Angiologia . 2001; 52(8): 573-574. PubMed ]
9. de Godoy JMP, Batigália F, Godoy MDFG. Avaliação preliminar de uma nova técnica de fisioterapia mais simplificada para a drenagem linfática. Linfologia . 2002; 35 (2): 91-93. PubMed ]
10. Belczak CEQ, de Godoy JMP, Ramos RN, de Oliveira MA, Belczak SQ, Caffaro RA. O uso de meias elásticas por meio dia é tão eficaz quanto usá-las durante todo o dia? British Journal of Dermatology . 2010; 162 (1): 42-45. PubMed ]

Orientações do Pré-Natal Glaucius Nascimento

Orientações do Pré-Natal – Dr. Glaucius Nascimento (Versão Julho de 2022)

Acesse  http://drglaucius.com.br/prenatal  . Neste endereço você conhecerá de forma mais detalhada como será o nosso pré-natal. Muitas dúvidas você consegue solucionar através deste link ou utilizando as barras de ferramentas de pesquisa no blog do site. Inscreva-se, ative as notificações, comente e compartilhe também o nosso canal do Youtube https://www.youtube.com/drglauciusnascimento e não deixe de acompanhar o meu Instagram https://www.instagram.com/drglauciusnascimento . Também possuo um curso digital sobre preparo durante a gravidez, parto e puerpério, chamado Maternidade Top das Galáxias com  denso conteúdo materno-infantil que pode ser adquirido através do site: https://www.drglaucius.com.br/cursomtg1

Número de Telefone do seu obstetra: Meu telefone pessoal é o XXXXXXX e deve ser utilizado de forma bastante criteriosa para resolução de problemas médicos. E-mail do consultório: consultoriodrglaucius@gmail.com

Orientações gerais:
a) Não ceda este número para outras pessoas; minha relação médico-cliente é com você e não com terceiros.
b) Assuntos burocráticos e marcação de consultas devem ser resolvidos com os telefones do consultório (81.4141-7374) no horário de atendimento, ou pelo envio de e-mail ou WhatsApp (81.99951-3929 ).
c) As imagens de ultrassonografia realizadas no consultório serão encaminhadas para o seu e-mail.

d) Solicito o encaminhamento dos exames laboratoriais para o meu WhatsApp pessoal no dia da consulta preferencialmente em pdf. Assim tenho acesso aos exames que serão analisados na consulta presencial.
e) Atendimentos de urgência devem ser realizados nas respectivas urgências. Não posso medicar ou orientar qualquer tratamento sem realizar anamnese e/ou exame físico em consulta presencial. Na dúvida se vai para urgência ou não, é melhor ir. No hospital há uma maior probabilidade de atendimento mais rápido e principalmente, realização de exames e medicação de urgência.

Vacinação: Levar o cartão de pré-natal (e de vacinação se houver) para atualizar o quadro vacinal em qualquer posto de saúde. Em geral são administradas: dTpa (contra difteria, tétano e coqueluche, a partir da 20ª. semana de gravidez), Vacina contra Hepatite B (em não imunizadas, imunização incompleta ou com sorologia ANTI-HBS negativa / qualquer idade gestacional, mas prefiro após o primeiro trimestre) e anti H1N1(qualquer idade gestacional, mas prefiro após o primeiro trimestre). Se você não sabe ou não comprova se vacinou contra o tétano deve inicialmente ser vacinada com duas doses da vacina dT (contra difteria e tétano, duas doses) e dTpa como terceira dose. Esquemas vacinais incompletos devem ser completados na gestação. Durante a Pandemia da COVID-19 está sendo recomendada a vacinação contra a COVID em qualquer época da gravidez (prefiro a partir de 12 semanas) e com o consentimento da gestante (decisão compartilhada).

Se o seu tipo sanguíneo for Rh – (negativo), você deve realizar o exame de Coombs indireto no início do pré-natal e se o mesmo for negativo, deve fazer uso de imunoglobulina anti-Rh com 28 semanas de gestação e após o parto se o seu recém-nascido for Rh + (positivo).

Diferenciais do nosso atendimento:

  1. Pré-natal realizado com médico obstetra com certificado de atuação em medicina fetal e que possui equipamento de ultrassonografia com Doppler colorido e tecnologia 3D/4D/5D. Mais informações no link https://www.drglaucius.com.br/prenataleusg.
  2. Assistência ao Parto normal guiada por ultrassonografia e equipe personalizada.
  3. Curso Digital: Maternidade Top das Galáxias.
  4. Site e redes sociais direcionadas para minhas pacientes e público em geral gratuito.
  5. Pré-natal transdisciplinar com integração de outros saberes como psicologia, fisioterapia, nutrição / nutrologia, educação física, outras especialidades médicas e desenvolvimento humano.

 “Para mudar o mundo, precisamos mudar a forma de gestar, de nascer e de cuidar”

Baixe Aqui as Orientações do meu Pré-Natal em PDF versão julho de 2022

Contrações de Braxton Hicks

Contrações de Braxton Hicks

Deborah A. Raines ; Danielle B. Cooper . Última atualização: 23 de abril de 2020 .

Fonte original: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK470546/

Foto: Wikipédia

Resumo:

  • As contrações de Braxton Hicks (CBHs) são contrações esporádicas e relaxamento do músculo uterino.
  • Às vezes, são chamadas de dores prodrômicas ou de “falso trabalho de parto”.
  • Acredita-se que iniciem por volta de 6 semanas de gestação, mas geralmente não são sentidas até o segundo ou terceiro trimestre da gravidez.
  • As CBHs são a maneira do corpo de se preparar para as verdadeiras contrações do trabalho de parto
  • As CBHs são uma parte normal da gravidez. Elas podem ser desconfortáveis, mas não são dolorosas.
  • As mulheres descrevem as CBHs como se fossem cólicas menstruais leves ou um aperto em uma área específica do abdômen que vai e vem.
  • As CBHs podem ser diferenciadas das contrações do verdadeiro trabalho de parto. As CBHs são irregulares em duração e intensidade, ocorrem com pouca frequência, são imprevisíveis e não rítmicas e são mais desconfortáveis ??do que dolorosas. Ao contrário das contrações verdadeiras do trabalho de parto, as CBHs não aumentam em frequência, duração ou intensidade. Além disso, eles diminuem e depois desaparecem, apenas para reaparecer em algum momento no futuro.
  • As CBHs tendem a aumentar em frequência e intensidade perto do final da gravidez.
  • As mulheres frequentemente confundem as CBHs com trabalho de parto verdadeiro.
  • No entanto, diferentemente das contrações verdadeiras do trabalho de parto, as CBHs não causam dilatação do colo do útero e não culminam no nascimento.

Introdução

As contrações de Braxton Hicks são contrações esporádicas e relaxamento do músculo uterino. Às vezes, são chamadas de dores prodrômicas ou de “falso trabalho de parto”. Acredita-se que iniciem por volta de 6 semanas de gestação, mas geralmente não são sentidas até o segundo ou terceiro trimestre da gravidez. As contrações de Braxton Hicks são a maneira do corpo de se preparar para o trabalho de parto verdadeiro, mas eles não indicam que o trabalho começou ou vai começar.

As contrações de Braxton Hicks são uma parte normal da gravidez. Eles podem ser desconfortáveis, mas não são dolorosos. As mulheres descrevem as contrações de Braxton Hicks como sensação de cólicas menstruais leves ou um aperto em uma área específica do abdômen que vai e vem. 

As contrações de Braxton Hicks podem ser diferenciadas das contrações do verdadeiro trabalho de parto. As contrações de Braxton Hicks são irregulares em duração e intensidade, ocorrem com pouca frequência, são imprevisíveis e não rítmicas e são mais desconfortáveis ??do que dolorosas. Ao contrário das contrações verdadeiras do parto, as contrações de Braxton Hicks não aumentam em frequência, duração ou intensidade. Além disso, eles diminuem e depois desaparecem, apenas para reaparecer em algum momento no futuro. As contrações de Braxton Hicks tendem a aumentar em frequência e intensidade perto do final da gravidez. As mulheres freqüentemente confundem as contrações de Braxton Hicks com trabalho de parto verdadeiro. No entanto, diferentemente das contrações verdadeiras do parto, as contrações de Braxton Hicks não causam dilatação do colo do útero e não culminam no nascimento.

Etiologia

As contrações de Braxton Hicks são causadas quando as fibras musculares do útero se contraem e relaxam. A etiologia exata das contrações de Braxton Hicks é desconhecida. No entanto, existem circunstâncias conhecidas que desencadeiam as contrações de Braxton Hicks, incluindo quando a mulher está muito ativa, quando a bexiga está cheia, após a atividade sexual e quando a mulher está desidratada. Um ponto em comum entre todos esses gatilhos é o potencial de estresse para o feto e a necessidade de aumento do fluxo sanguíneo na placenta para fornecer oxigenação fetal. 

Epidemiologia

As contrações de Braxton Hicks estão presentes em todas as gestações. No entanto, a experiência de cada mulher é diferente. A maioria das mulheres fica ciente das contrações de Braxton Hicks no terceiro trimestre, e algumas mulheres estão cientes delas desde o segundo trimestre. Às vezes, as contrações de Braxton Hick que ocorrem perto do final do terceiro trimestre da gravidez são confundidas com o início do verdadeiro trabalho de parto. Não é incomum, especialmente em uma primeira gravidez, que uma mulher pense que está em trabalho de parto apenas para saber que são contrações de Braxton Hicks e não trabalho de parto verdadeiro.

 

Fisiopatologia

Pensa-se que as contrações de Braxton Hicks desempenham um papel na tonificação do músculo uterino, em preparação para o processo de nascimento. Às vezes, as contrações de Braxton Hicks são chamadas de “contrações de treinamento do trabalho de parto”. As contrações de Braxton Hicks não resultam em dilatação do colo do útero, mas podem ter um papel no amolecimento do colo do útero.

A contração intermitente do músculo uterino também pode desempenhar um papel na promoção do fluxo sanguíneo para a placenta. O sangue rico em oxigênio preenche os espaços intervilosos do útero, onde a pressão é relativamente baixa. A presença de contrações de Braxton Hicks faz com que o sangue flua até a placa coriônica no lado fetal da placenta. A partir daí, o sangue rico em oxigênio entra na circulação fetal.

História e Exame Físico

Ao avaliar uma mulher quanto à presença de contrações de Braxton Hicks, há algumas perguntas importantes a serem feitas. Sua resposta a essas perguntas ajudará o profissional de saúde a diferenciar as contrações de Braxton Hicks e as verdadeiras contrações de trabalho. 

  • Com que frequência as contrações?
As contrações de Braxton Hicks são irregulares e não se aproximam com o tempo. As verdadeiras contrações do trabalho de parto ocorrem a intervalos regulares e, com o passar do tempo, elas se aproximam e se fortalecem.
  • Quanto tempo duram as contrações?
As contrações de Braxton Hicks são imprevisíveis. Eles podem durar menos de 30 segundos ou até 2 minutos. As verdadeiras contrações do parto duram entre 30 e menos de 90 segundos e se tornam mais longas com o tempo.
  • Quão fortes são as contrações?
As contrações de Braxton Hicks geralmente são fracas e permanecem as mesmas ou ficam mais fracas e depois desaparecem. As verdadeiras contrações trabalhistas ficam mais fortes com o tempo.
  • Onde são sentidas as contrações?
As contrações de Braxton Hicks costumam ser sentidas apenas na frente do abdômen ou em uma área específica. As verdadeiras contrações de trabalho de parto começam no baixo ventre ou nas costas e envolvem o abdômen em direção à linha média.
  • As contrações mudam com o movimento?
As contrações de Braxton Hicks podem parar com uma mudança no nível de atividade ou quando a mulher muda de posição. Se ela consegue dormir durante a contração, é uma contração de Braxton Hicks. As verdadeiras contrações de trabalho de parto continuam e podem até ficar mais fortes com o movimento ou a mudança de posição.

Durante a avaliação física, o profissional pode palpar uma área de aperto ou um “espasmo” do músculo uterino, mas a presença de uma contração uterina no fundo uterino não é palpável. A mulher será avaliada quanto à presença de sangramento uterino ou ruptura da membrana amniótica. Um exame do colo do útero não revela alterações no apagamento ou dilatação como resultado das contrações de Braxton Hicks.

Avaliação

Não há exames laboratoriais ou radiográficos para diagnosticar as contrações de Braxton Hicks. A avaliação da presença de contrações de Braxton Hicks é baseada na avaliação do abdômen da gestante, palpando especificamente as contrações.

Tratamento / Gerenciamento

No ponto médio da gravidez, a mulher e o profissional devem discutir o que a mulher pode experimentar durante o restante da gravidez. As contrações de Braxton Hicks são um dos eventos normais que uma mulher pode experimentar. Ensiná-la sobre as contrações de Braxton Hicks a ajudará a ser informada e a diminuir sua ansiedade, caso ocorram

Não há tratamento médico para as contrações de Braxton Hicks. No entanto, é necessário tomar medidas para mudar a situação que desencadeou as contrações de Braxton Hicks. Algumas ações para aliviar as contrações de Braxton Hicks incluem:

  • Mudança de posição ou nível de atividade: se a mulher estiver muito ativa, deite-se; se a mulher estiver sentada por um longo período, dê um passeio.
  • Relaxante: tome um banho quente, faça uma massagem, leia um livro, ouça música ou tire uma soneca.
  • Água potável para reidratar.

Se essas ações não diminuírem as contrações de Braxton Hicks ou se as contrações continuarem e estiverem se tornando mais frequentes ou mais intensas, o profissional de saúde do paciente deve ser contatado.

Além disso, se alguma das seguintes situações estiver presente, o profissional de saúde deve ser contatado imediatamente:

  • Sangramento vaginal
  • Perda de líquido da vagina
  • Contrações fortes a cada 5 minutos por uma hora
  • Contrações pelas quais a mulher é incapaz de “atravessar”
  • Uma mudança notável no movimento fetal, ou se houver menos de dez movimentos a cada 2 horas.

Pérolas e outras questões

Além das contrações de Braxton Hicks, existem outras causas de dor abdominal durante a gravidez. Algumas razões normais para dor abdominal durante a gravidez, além das contrações de Braxton Hicks e das verdadeiras contrações de trabalho de parto, incluem:

  • Dor ligamentar arredondada ou uma sensação aguda e pontiaguda na região inferior do abdômen ou na virilha em um ou nos dois lados.
  • Níveis mais altos de progesterona podem causar excesso de gás durante a gravidez.
  • A constipação pode ser uma fonte de dor abdominal.

As circunstâncias em que a dor abdominal é um sinal de uma condição grave que requer atenção médica imediata incluem:

  • Gravidez ectópica.
  • Descolamento da placenta. Um sintoma fundamental do descolamento da placenta é a dor intensa e constante que faz com que o útero fique duro por um longo período sem alívio.
  • Os sintomas de infecção do trato urinário incluem dor e desconforto na parte inferior do abdômen, além de ardor ao urinar.
  • A pré-eclâmpsia é uma condição da gravidez que ocorre após 20 semanas de gestação e caracterizada por pressão alta e proteínas na urina. Dor abdominal superior, geralmente sob as costelas do lado direito, pode estar presente na pré-eclâmpsia.

Se uma mulher não tem certeza se está enfrentando contrações de Braxton Hicks ou outra condição, é necessária uma discussão com um médico. O profissional de saúde pode recomendar uma visita ao consultório ou numa urgência obstétrica (mais seguro e rápido, observação  de Glaucius Nascimento) para exame por um profissional de saúde para determinar a causa da dor abdominal.

Aprimorando os resultados da equipe de assistência médica

As contrações de Braxton Hicks são bastante comuns e é importante que médico da urgência, enfermeiro ou enfermeiro obstetra estejam cientes de que esse não é um trabalho de parto de verdade. Em caso de dúvida, o obstetra deve ser consultado. No entanto, ao mesmo tempo, cabe aos profissionais de saúde descartarem o verdadeiro trabalho de parto. Outros distúrbios orgânicos como apendicite, infecção do trato urinário ou colecistite também devem ser descartados. Com a educação certa, os pacientes com contração de Braxton Hicks não precisam correr desnecessariamente para o pronto socorro toda vez que sentem uma contração.

Questões

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