Perda Gestacional
Em primeiro lugar, meus sentimentos, sei que o momento é de dor, tristeza, mas acredito na sua recuperação e que vai dar certo. E que toda gestação traz um aprendizado. Em segundo lugar quero que tenha a certeza do diagnóstico da perda gestacioanal e em seguida com calma, quando achar que está preparada para o próximo passo, decida o que você prefere fazer. Em geral são três escolhas
- Esperar expulsão do saco gestacional / embrião / feto e principalmente antes de 12 semanas em boa parte não necessitar da realização de curetagem uterina ou Aspiração Manual Intrauterina (AMIU) – A sugestão é esperar em torno de 15 dias, mas não existe um número exato de dias a esperar
- Resolver através de AMIU guiada por ultrassonografia programada comigo – entre em contato comigo caso seja minha paciente que explicarei a logística do procedimento, o que precisamos fazer.
- Resolver através de AMIU ou curetagem uterina pelo plantão ou com outro profissional – procure hospitais e profissionais de referência.
Vou colocar 3 vídeos (60, 61 e 62) que considero importantes nesta tomada de decisão. Por favor curta, comente se achar que ajudou e se inscreva no nosso canal.
Desejo-lhe muita força, luz e fé. E já estou torcendo pra que tudo dê certo hoje e sempre!!!
Gestantes do Primeiro Trimestre

Olá Gestantes tops das galáxias!!!
Passando por aqui neste feriado apenas pra dizer que atualizei as orientações do meu pré-natal, são pequenas modificações apenas que substituem a terceira página do cartão de pré-natal (Versão de Julho de 2022).
Você pode encontrar estas orientações no site https://drglaucius.com.br/orient/
- Objetivos do Primeiro Trimestre
1. Saber a idade gestacional correta em semanas e dias e a idade gestacional de 40 semanas (conhecida como data provável do parto)
2. Realizar a translucência Nucal.(USG morfológica do primeiro trimestre)
3. Ler o site drglaucius.com.br/prenatal
4. Vacinar-se contra H1N1 (prefiro a partir do segundo trimestre);
5. Entender a diferença entre pré-natal comum, com avaliação ultrassonográfica e com exame de ultrassonografia e decidir qual tipo de acompanhamento e o profissional que você deseja;
6. Preparar-se para a amamentação, parto que deseja e para a maternidade
7. Realizar os exames laboratoriais do primeiro trimestre e enviar para o meu whatsapp pessoal como arquivo em pdf único e para o do consultório pedindo para Elisângela anexar ao seu prontuário eletrônico
8. Após a 14a. semana de gestação analisar o que foi positivo e o que foi negativo que você pode melhorar ainda mais no próximo trimestre.
Seguem dois vídeos de para vocês explicando sobre as princiais medicações utilizadas na gravidez!!!
Nestes vídeos, exclusivos e direcionados APENAS para pacientes que estão realizando acompanhamento pré-natal comigo, listo as principais medicações, vitaminas e suplementos utilizados nas mais diversas intercorrências clínicas.
Inicie apenas o primeiro vídeo e se necessário, se apresentar algo que não esteja no vídeo 1, passe para o vídeo 2. O primeiro vídeo é mais geral e fisiológico, o segundo tem mais patologias. E eu desejo que você realmente não tenha nenhuma intercorrência ou patologia.
Se sua intercorrência clínica não estiver aqui, por favor, na consulta de pré-natal me avise.
Lembrando e enfatizando que estas orientações subsituem a consulta de urgência, se for urgência, vá para o atendimento de urgência. Se está em dúvida se deve ir pra urgência, vá pra urgência.
Por favor, não divulgue este vídeo para nenhuma paciente que não é acompanhada no pré-natal por mim; a metodologia de outro colega pode ser completamente diferente da minha trazendo prejuízo para a relação médico-cliente de outro profissional.
Espero que seja útil, pode comentar abaixo se quiser.
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28 de abril de 2020
Veja que interessante:
Revisando minhas redes sociais e site encontrei este vídeo (uma live no instagram) que gravei em 01/01/2018, mas ele ainda é muito atual. Descreve um pouco sobre um dos grandes diferenciais do nosso atendimento: a ultrassonografia na consulta de pré-natal.
Se quiser saber mais informações sobre o assunto acesse drglaucius.com.br/usgeprenatal
Ontem esqueci de enviar um vídeo sobre algumas orientações sobre o uso racional do whatsapp. Confiram!!!
26 de abril de 2020
Orientações sobre Ultrassonografia – Ultrassonografia Inicial
Ultrassonografia Morfológica do Primeiro Trimestre
Gravidez Semana a Semana – 5a. semana
Gravidez Semana a Semana – 6a. semana
Gravidez Semana a Semana – 7a. semana
Sexo Fetal – quando determinar?
Focus Assissment with Sonography for Obstetric (FASO)
Hoje trago algumas anotações do Congresso Mundial de Ultrassonografia em Emergências e Cuidados Intensivos (WINFOCUS) e três trabalhos voltados para Ultrassonografia de emergência em obstetrícia:
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??Considero que Ultrassonografia é extensão do exame físico, quem valoriza os dados clínicos, o exame físico, deve valorizar o exame ultrassonográfico
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??Já existe o FAST ultrasound, uma modalidade de Ultrassonografia de Emergência realizada principalmente em situações de traumas (acidentes / violência) mas também voltado para situações de emergências clínicas
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??Em obstetrícia dispomos do FASO: Focus Assissment with Sonography for Obstetrics, (avaliação ultrassonográfica focada para obstetrícia). Acredito na utilização da ultrassonografia em situações de emergências obstétricas pré-parto, intraparto e até após o parto. No pós-parto é interessante a utilização no diagnóstico diferencial de complicações puerperais, principalmente para o diagnóstico de hemoperitônio (sangue na cavidade abdominal) cujo diagnóstico precoce pode permitir um tratamento adequado e oportuno
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??EM UM MINUTO DEVE-SE OBSERVAR (FASO – Ultrassonografia pós-parto):
??Útero / Cavidade Uterina (Diâmetro da cavidade uterina de 9,8 +/- 7,3mm)
??Espaço de Morison (Presença de líquido)
??Espaço Esplenorrenal (Presença de líquido)
??Fundo de saco de Douglas (Presença de líquido)
??Diâmetro da Veia Cava Inferior (11,4 +/- 4,1mm na inspiração e 13,1 +/- 4,2 na expiração)
.
??Os abstracts e o ebook do congresso estão disponíveis em http://
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Índice de Massa Corporal (IMC) na Gravidez – Novos parâmetros brasileiros
Um novo intervalo de referência do índice de massa corporal – um estudo observacional.
Abstrato
OBJETIVO:
Gerar uma nova curva de índice de massa corporal de valores de referência e intervalos para o índice de massa corporal e ganho de peso durante a gestação e comparar as novas curvas e ganhos de peso com as referências usadas atualmente.
MÉTODOS:
Um estudo observacional prospectivo foi realizado com um total de 5.656 medidas de peso e índice de massa corporal em 641 mulheres com gravidez únicaque participaram da primeira consulta pré-natal antes de 12 semanas. Todas as mulheres tinham mais de 18 anos e não apresentavam condições médicas que influenciassem o índice de massa corporal. Os dados foram coletados por meio de prontuários pré-natais e prontuários médicos durante a internação para o parto. Um método de regressão linear foi utilizado para a suavização da curva padrão na população geral e para curvas específicas de acordo com a classificação do índice de massa corporal basal. As curvas foram obtidas para os percentis 5, 10, 50, 85, 90 e 95. A concordância entre a classificação das mulheres utilizando as curvas recém-geradas e as utilizadas atualmente foi avaliada por porcentagens e coeficientes kappa. O ganho de peso foi comparado com os valores de referênciado Instituto de Medicina usando o teste T de Student. Os dados foram analisados ??no software SAS versão 9.2, e o nível de significância foi estabelecido em 5%.
RESULTADOS:
Foi estabelecida uma curva de referência geral dos percentis do índice de massa corporal por idade gestacional. Além disso, quatro curvas específicas foram geradas de acordo com as quatro categorias de índice de massa corporal da linha de base. A nova curva geral ofereceu limites percentuais para as mulheres de acordo com seu índice de massa corporal inicial e de acordo com os limites dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, mostrando baixa concordância com a curva atualmente utilizada (48,3%). As mulheres que estavam com sobrepeso ou obesas quando iniciaram o pré-natal tiveram maior ganho de peso do que a recomendação do Institute of Medicine.
CONCLUSÕES:
A nova curva proposta para o índice de massa corporal durante a gestação mostrou fraca concordância com a curva atualmente utilizada. A nova curva forneceu mais informações sobre o aumento do índice de massa corporal usando percentis para grupos gerais e específicos do índice de massa corporal. Mulheres grávidas com excesso de peso apresentaram uma tendência ascendente do índice de massa corporal ao longo da gravidez que aumentou mais dramaticamente do que as de outros grupos de mulheres grávidas, e também apresentaram uma diferença média significativa entre o ganho de peso e a recomendação do Institute of Medicine.
Proposta de um novo padrão para avaliação nutricional de gestantes.
Informação sobre o autor
- 1
- Departamento de Nutrição, Faculdade de Medicina, Universidade do Chile, Santiago, Chile.
Resumo
Introdução:
Há evidências que sugerem que os critérios para avaliação nutricional de gestantes, utilizados pelo Ministério da Saúde do Chile, superestimam os distúrbios nutricionais.
Objetivo:
Propor uma nova tabela de referência para avaliar o estado nutricional de gestantes, com base no índice de massa corporal.
MATERIAL E MÉTODOS:
A tabela foi teoricamente definida usando os critérios de normalidade propostos pela FAO* e o aumento de peso durante a gestação, associado a uma menor morbidade e mortalidade materna e fetal. Em 665 mulheres grávidas, o peso, a altura, a circunferência do braço e as pregas cutâneas foram medidos usando técnicas padrão. O índice de massa corporal, gordura do braço e área muscular e porcentagem de gordura corporal foram calculados. Avaliou-se a composição corporal de cada categoria nutricional, derivada do índice de massa corporal ou “classificação de Rosso-Mardones”.
RESULTADOS:
De acordo com a nova tabela, as mulheres com baixo peso apresentaram menor percentual de gordura corporal e circunferência do braço e as mulheres com sobrepeso apresentaram maior peso, espessura das pregas cutâneas e percentual de gordura corporal do que os grupos homólogos definidos segundo as tabelas de Rosso-Mardones.
CONCLUSÕES:
A tabela de referência proposta pode ser útil para corrigir distorções geradas pelas normas atuais de avaliação nutricional de gestantes, propostas pelo Ministério da Saúde do Chile. Tem que ser validado, analisando sua sensibilidade, especificidade e valor preditivo para prever variáveis ??fetais e maternas.
- *FAO é a agência das Nações Unidas que lidera o esforço internacional para acabar com a fome. Mais informações em
Drenagem Linfática na Gravidez
Drenagem Linfática em Mulheres Grávidas
Resumo
O Objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da drenagem linfática para reduzir o edema de mulheres grávidas.
Método:Gestantes (30 membros) do Ambulatório de Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, no período de dezembro de 2009 a maio de 2010, foram incluídas neste estudo quantitativo, prospectivo. As pacientes, no 5º ao 8º mês de gestação, foram submetidas a uma hora de drenagem linfática manual das pernas. O volume das pernas foi medido por volumetria de deslocamento de água antes e depois de uma hora de drenagem usando a técnica de drenagem linfática manual Godoy & Godoy. O teste t pareado foi utilizado para análise estatística com erro alfa de 5% sendo considerado significativo.
Resultados: Drenagem linfática manual reduziu significativamente o inchaço das pernas das mulheres grávidas durante o dia ( P = 0,04).
Conclusão: A drenagem linfática manual ajuda a reduzir o tamanho do membro durante o dia das mulheres grávidas.
1. Introdução
Durante a gravidez, muitas mudanças ocorrem no organismo feminino com a adaptação para o feto causando queixas numeráveis, por exemplo, edema dos membros inferiores. O edema periférico é a manifestação mais comum e resiliente em mulheres grávidas. Sua etiologia inclui a retenção de sódio e água e mudanças na circulação relacionadas ao efeito do útero gravídico na veia cava inferior [ 1 ].
Além disso, durante a gravidez, muitas mudanças hormonais ocorrem, incluindo o aumento dos níveis de progesterona, estrogênio, HCG e prolactina [ 2 ]. Esses níveis mais elevados de hormônios induzem mudanças na permeabilidade vascular, promovendo o extravasamento de plasma com consequente edema. Outras transformações que podem ocorrer devido a essas mudanças hormonais são a formação de veias varicosas, sensação de peso, parestesia e cãibras. A prevalência na população geral de varizes é de 56% para homens e 60% para mulheres com fatores de risco incluindo idade e número de gestações [ 3]. O tratamento de varizes é geralmente dividido em três tipos: cirurgia para remover as veias, medicamentos e terapia não medicamentosa, como meias de compressão. Medicamentos ou meias são usados ??para reduzir os sintomas de inchaço. Um estudo randomizado comparou os tipos de intervenção utilizados para aliviar os sintomas ou tratar o edema de membros inferiores e varizes de 159 mulheres grávidas. Sessenta e nove mulheres usaram hidroxietilrutoside, 35 usaram meias elásticas e 55 foram submetidas à reflexologia. Hydroxyethylrutoside parece melhorar os sintomas das varizes, mas não é recomendado, pois há poucos estudos avaliando seu uso durante a gravidez. A reflexologia proporcionou melhora significativa nos sintomas do edema; no entanto, o número de pacientes relatados em publicações é muito pequeno.4 ].
Terapias não farmacológicas, como a drenagem linfática, podem ser usadas e parecem melhorar o inchaço durante a gravidez, mas são necessários mais estudos que avaliem a eficácia. Uma investigação preliminar utilizou a drenagem linfática no tratamento do edema em mulheres grávidas [ 5 ]. O que vem é reforçar a necessidade de estudos nessa área. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da drenagem linfática para reduzir o edema de mulheres no quinto ao oitavo mês de gestação.
2. Método
Quinze gestantes (30 membros) do Ambulatório de Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo foram incluídas neste estudo quantitativo, prospectivo, no período de dezembro de 2009 a maio de 2010. Os pacientes, com idades variando de 23 a 38 anos. anos (média de 30,5 anos), estavam no 5º ao 8º mês de gestação. Os participantes foram submetidos a uma hora de drenagem linfática manual das pernas. A redução no tamanho foi calculada medindo o volume pela volumetria do deslocamento da água antes e depois da drenagem.
Os critérios de inclusão foram mulheres no 5º ao 8º mês de gestação que sofriam de edema devido à gravidez e concordaram em participar do estudo. Mulheres em gestações de alto risco foram excluídas.
A randomização foi por ordem de chegada à clínica neste estudo quantitativo transversal prospectivo. A ordem dos dias de tratamento e controle foi por randomização simples.
Os pacientes foram avaliados quanto a variações no edema e os efeitos da drenagem linfática durante o dia.
Os pacientes foram avaliados em dois dias, um quando a drenagem linfática foi realizada e o outro sem drenagem linfática. A volumetria do deslocamento de água foi realizada entre 7 e 8 horas da manhã e uma segunda vez entre 2 e 3 horas da tarde, assim, cerca de 7 horas entre as medições. A técnica de drenagem linfática manual Godoy & Godoy foi utilizada durante uma hora [ 6 – 9 ].
O teste t pareado foi usado para análise estatística com um erro alfa de 5% sendo considerado aceitável. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Santa Casa de São Paulo (número 324-09).
3. Resultados
Dos 15 participantes, 51% estavam grávidas pela primeira vez e 49% pela segunda.
O volume médio da perna na avaliação do controle foi de 2849,1 gramas no período da manhã e 2889,1 gramas no período da tarde, ou seja, uma diferença de +40,0 gramas. Nos dias em que a drenagem linfática foi realizada, o volume inicial médio foi de 2856,4 e no período da tarde foi de 2812,0 gramas, dando uma diferença de -44,4 gramas. A diferença foi estatisticamente significativa ( P = 0,04, teste t pareado ) quando comparada aos dias sem drenagem linfática.
4. Discussão
Este estudo demonstrou que a drenagem linfática manual reduz o volume do membro em mulheres grávidas. Apenas um estudo publicado foi encontrado nos bancos de dados eletrônicos PubMed, ISI Web of Knowledge e Scopus, avaliando a drenagem linfática como um meio de reduzir o volume de pernas em gestantes [ 5 ].
Edema na gestação é comum com a principal opção terapêutica sendo o uso de meias elásticas; mas isso nem sempre é tolerado por mulheres grávidas. Medicamentos nem sempre são indicados com uma das poucas alternativas testadas sendo a diosmina micronizada. Outra alternativa que foi avaliada na gravidez é a reflexologia, embora sejam necessários mais estudos para testar isso como uma opção terapêutica [ 4 ].
A decisão de avaliar a drenagem linfática ao longo do dia foi tomada por causa de sua indicação no tratamento do edema. Estimula os mecanismos fisiológicos do sistema de drenagem linfovenosa, favorecendo a redução do edema. Neste estudo, a ênfase foi avaliar o padrão de inchaço durante o dia. Ao comparar o volume médio nos dias de controle (sem drenagem linfática) com o da drenagem, houve uma diferença de cerca de 80 gramas. Assim, a drenagem linfática ajuda a manter o tamanho do membro.
Um estudo que avaliou a alteração no volume de membros inferiores de pacientes sem evidência clínica de varizes (Clinico-Etiologia-Anatomia-Fisiopatologia-CEAP: C0 e C1) demonstrou que indivíduos normais apresentam aumentos no tamanho do membro durante o dia em condições normais, e uma meia de compressão pode evitar que o membro inche [ 10 ].
O uso de meias associadas à drenagem linfática manual pode ter um efeito sinérgico na redução do inchaço, mas é necessário avaliar essa possibilidade.
O sistema linfático, funciona como um reservatório funcional para o sistema venoso, e o edema ocorre quando a capacidade de reserva é excedida. Durante a gravidez, as mudanças vivenciadas pelas gestantes favorecem a formação de edema. Portanto, o inchaço não é devido ao linfedema, mas devido à sobrecarga do sistema. Assim, o uso de mecanismos de proteção é importante durante a gravidez.
5. Conclusão
A drenagem linfática manual ajuda a reduzir o tamanho do membro durante o dia das mulheres grávidas. Implicações para o manejo de enfermagem: o edema é a manifestação mais comum e resiliente em gestantes, onde há uma necessidade percebida de tratar ou melhorar esses sintomas em uma clínica durante esse período; Portanto, a intervenção ambulatorial de enfermagem com drenagem linfática pode efetivamente aliviar esse sintoma que aflige essas mulheres.
Agradecimentos
A autora agradece a Maria do Carmo F. ??de Souza, Lídia Maria Ribeiro (enfermeiras do Ambulatório de Ginecologia e Obstetrícia, Santa Casa, São Paulo-Brasil).
Referências
Protegido: Aula do Congresso Internacional de Ortomolecular 2019
Protegido: Protocolos de Conduta
Orientações do Pré-Natal Glaucius Nascimento
Orientações do Pré-Natal – Dr. Glaucius Nascimento (Versão Julho de 2022)
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Número de Telefone do seu obstetra: Meu telefone pessoal é o XXXXXXX e deve ser utilizado de forma bastante criteriosa para resolução de problemas médicos. E-mail do consultório: consultoriodrglaucius@gmail.com
Orientações gerais:
a) Não ceda este número para outras pessoas; minha relação médico-cliente é com você e não com terceiros.
b) Assuntos burocráticos e marcação de consultas devem ser resolvidos com os telefones do consultório (81.4141-7374) no horário de atendimento, ou pelo envio de e-mail ou WhatsApp (81.99951-3929 ).
c) As imagens de ultrassonografia realizadas no consultório serão encaminhadas para o seu e-mail.
d) Solicito o encaminhamento dos exames laboratoriais para o meu WhatsApp pessoal no dia da consulta preferencialmente em pdf. Assim tenho acesso aos exames que serão analisados na consulta presencial.
e) Atendimentos de urgência devem ser realizados nas respectivas urgências. Não posso medicar ou orientar qualquer tratamento sem realizar anamnese e/ou exame físico em consulta presencial. Na dúvida se vai para urgência ou não, é melhor ir. No hospital há uma maior probabilidade de atendimento mais rápido e principalmente, realização de exames e medicação de urgência.
Vacinação: Levar o cartão de pré-natal (e de vacinação se houver) para atualizar o quadro vacinal em qualquer posto de saúde. Em geral são administradas: dTpa (contra difteria, tétano e coqueluche, a partir da 20ª. semana de gravidez), Vacina contra Hepatite B (em não imunizadas, imunização incompleta ou com sorologia ANTI-HBS negativa / qualquer idade gestacional, mas prefiro após o primeiro trimestre) e anti H1N1(qualquer idade gestacional, mas prefiro após o primeiro trimestre). Se você não sabe ou não comprova se vacinou contra o tétano deve inicialmente ser vacinada com duas doses da vacina dT (contra difteria e tétano, duas doses) e dTpa como terceira dose. Esquemas vacinais incompletos devem ser completados na gestação. Durante a Pandemia da COVID-19 está sendo recomendada a vacinação contra a COVID em qualquer época da gravidez (prefiro a partir de 12 semanas) e com o consentimento da gestante (decisão compartilhada).
Se o seu tipo sanguíneo for Rh – (negativo), você deve realizar o exame de Coombs indireto no início do pré-natal e se o mesmo for negativo, deve fazer uso de imunoglobulina anti-Rh com 28 semanas de gestação e após o parto se o seu recém-nascido for Rh + (positivo).
Diferenciais do nosso atendimento:
- Pré-natal realizado com médico obstetra com certificado de atuação em medicina fetal e que possui equipamento de ultrassonografia com Doppler colorido e tecnologia 3D/4D/5D. Mais informações no link https://www.drglaucius.com.br/prenataleusg.
- Assistência ao Parto normal guiada por ultrassonografia e equipe personalizada.
- Curso Digital: Maternidade Top das Galáxias.
- Site e redes sociais direcionadas para minhas pacientes e público em geral gratuito.
- Pré-natal transdisciplinar com integração de outros saberes como psicologia, fisioterapia, nutrição / nutrologia, educação física, outras especialidades médicas e desenvolvimento humano.
“Para mudar o mundo, precisamos mudar a forma de gestar, de nascer e de cuidar”
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Contrações de Braxton Hicks
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